MAIS UMA QUADRILHA DE TRAFICANTES PRESA PELA À (COE DE TK)
Casal morre esmagado por carreta na BR 364




Um casal foi esmagado por uma carreta, por volta das 4h30 deste sábado, 15, no trecho da BR-364, compreendido entre a Escola Armando Nogueira -- término da Estrada Dias Martins e o trevo de acesso ao campus da Universidade Federal do Acre.
José Enildo da Silva Pinto, 29 anos e amiga, Katiane Oliveira da Silva, 21, tiveram os corpos completamente esfacelados, depois de colidirem a motocicleta em que viajavam contra um canteiro e logo após caíram embaixo de uma carreta.
Peritos do Instituto Médico Legal verificaram que o velocímetro após o acidente marcava 110 quilômetros por hora no momento do choque.
Ao que tudo indica, o motociclista iria ultrapassar a carreta normalmente, pela esquerda, quando colidiu contra o canteiro central.
Com o impacto, a motocicleta, de placa MZX 6594, e que seria emprestada, deslizou por 37 metros, enquanto que os corpos percorrem exatamente 45 metros desde o local do choque, e em seguida, foram esmagados pelo veículo pesado.
As conclusões do perito, de que o veículo envolvido no acidente seria um caminhão, são evidentes por conta das frenagens que se seguiram logo após o acidente.
Mais cedo, testemunhas disseram ter visto o motociclista empinando a motocicleta e fazendo outros tipos de manobras, na entrada do Distrito Industrial.
A polícia do Bujari foi acionada para prender o motorista da carreta, quando ele passasse pelo município, a 18 quilômetros de Rio Branco, mas segundo informaram não havia na cidade viaturas para fazer a interceptação.
Homem tentar matar mulher com 27 facadas



Ao ser preso Martins alegou que tentou matar a mulher por que ficou sabendo que ela o traia e mesmo estando separado, ele não admitia traição.
A vítima foi submetida a uma cirurgia de emergência e interna em estado gravíssimo na Unidade de Tratamento Intensivo do Pronto Socorro de Rio Branco.
'Levei mais de 20 tapas no rosto', diz professora agredida por mãe de aluna

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"Eu fui colocar a mão no ombro dela, e ela pegou a minha mão, não deixou eu falar e começou a me bater. Acho que levei mais de 20 tapas no rosto. Caí no chão e ela ficou me chutando", relembra a professora, que é contadora de histórias e há dois anos trabalha com 36 turmas de ensino infantil. Em quase duas décadas de profissão, nunca havia passado por situação semelhante. "O que mais me entristeceu é que tudo aconteceu na frente das duas filhas dela e de outras crianças. Fiquei mais machucada por causa disso."
Sorteio de chiclete e de tatuagem
Segundo a coordenadora da Escola de Aplicação, Ângela Zavarize, foi preciso a intervenção de outros professores para separar a mãe da professora. De acordo com ela, o rosto da contadora de histórias estava com bastante sangue. Um boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia da Capital. A professora atacada acredita que a agressão teve origem em uma aula sua na qual sorteou um chiclete e uma tatuagem entre os estudantes e que a menina, filha da mulher que a agrediu, sentiu-se contrariada por não ter sido sorteada: "Ela ficou bastante nervosa, chutou a carteira e eu peguei a agenda dela para fazer uma anotação. Ela pediu para eu devolver a agenda." A professora disse que, quando isso aconteceu, a aula já estava acabando e outros alunos da turma começaram a se aproximar das duas. "Eu tentei afastar todo mundo e a menina foi para o fundo da sala. Ela tinha dois arranhões no pescoço. Eu tentei descobrir quem fez aquilo, porque podia ter sido eu ou qualquer outro aluno", lembrou. A diretora-geral do IEE, Gilda Mara Marcondes Penha, disse que em momento algum a mãe da criança procurou a escola para conversar ou registrar qualquer tipo de queixa em relação à professora. A escola não divulgou o nome da mãe para preservar a identidade da aluna.
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