Acidente envolvendo uma bicicleta cargueira e um carro gol deixa vitima em estado grave em Tarauacá
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Avião de pequeno porte cai sobre casa no Recife

Um avião de pequeno porte caiu sobre uma casa, nesta terça-feira (22), no Recife. Somente o piloto estava a bordo. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado a um hospital.
A equipe dos bombeiros esteve no local para controlar um princípio de incêndio. A área permanece isolada. Segundo os bombeiros, a aeronave danificou apenas o telhado do imóvel, que não sofreu abalos na estrutura. O telhado de uma casa vizinha também ficou parcialmente danificado, mas ninguém nas residências ficou ferido.
O avião será retirado por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, que vão analisar as causas do acidente.
A equipe dos bombeiros esteve no local para controlar um princípio de incêndio. A área permanece isolada. Segundo os bombeiros, a aeronave danificou apenas o telhado do imóvel, que não sofreu abalos na estrutura. O telhado de uma casa vizinha também ficou parcialmente danificado, mas ninguém nas residências ficou ferido.
O avião será retirado por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, que vão analisar as causas do acidente.
Ministro do STF manda Câmara dar posse a suplente de partido

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello seguiu entendimento de colegas e determinou que a Câmara dê posse a Severino de Souza Silva (PSB-PE), suplente do partido, para a vaga de Danilo Cabral, que assumiu a Secretaria das Cidades no governo de Pernambuco.
A decisão do ministro se choca com a prática que a Câmara tem adotado nesses casos, dando posse aos suplentes da coligação.
Desde dezembro, outros quatro casos desse tipo foram analisados no STF, sendo que em todas as liminares os ministros determinaram que a posse seria do suplente do partido.
Os ministros argumentam que, pela regra de fidelidade partidária, o mandato pertence ao partido --e não ao parlamentar.
Em meio à polêmica, os deputados decidiram encampar uma PEC (proposta de emenda constitucional) que diz que suplentes de deputados assumirão seguindo a ordem das coligações, e não dos partidos.
No despacho, Marco Aurélio justifica que, encerradas as eleições, as coligações são desfeitas. "A votação nominal se faz presente o número do candidato, sendo que os dois primeiros algarismos concernem não a imaginável número de coligação --de todo inexistente--, mas ao da legenda. Encerradas as eleições, então, não se pode cogitar de coligação. A distribuição das cadeiras --repito-- ocorre conforme a ordem da votação nominal que cada candidato tenha recebido, vinculado sempre a um partido político."
Para o ministro, a posse do suplente das coligações pode mudar a relação de forças das bancadas no Congresso.
"Não se pode conceber que, em caso de licença de determinado titular, vinculado a este ou àquele partido, venha a substituí-lo suplente de partido diverso, potencializando-se algo que, em última análise, visa um somatório de forças políticas para lograr êxito nas eleições e que tem a personalidade jurídica imprópria cessada após o pleito", afirmou.
A decisão do ministro se choca com a prática que a Câmara tem adotado nesses casos, dando posse aos suplentes da coligação.
Desde dezembro, outros quatro casos desse tipo foram analisados no STF, sendo que em todas as liminares os ministros determinaram que a posse seria do suplente do partido.
Os ministros argumentam que, pela regra de fidelidade partidária, o mandato pertence ao partido --e não ao parlamentar.
Em meio à polêmica, os deputados decidiram encampar uma PEC (proposta de emenda constitucional) que diz que suplentes de deputados assumirão seguindo a ordem das coligações, e não dos partidos.
No despacho, Marco Aurélio justifica que, encerradas as eleições, as coligações são desfeitas. "A votação nominal se faz presente o número do candidato, sendo que os dois primeiros algarismos concernem não a imaginável número de coligação --de todo inexistente--, mas ao da legenda. Encerradas as eleições, então, não se pode cogitar de coligação. A distribuição das cadeiras --repito-- ocorre conforme a ordem da votação nominal que cada candidato tenha recebido, vinculado sempre a um partido político."
Para o ministro, a posse do suplente das coligações pode mudar a relação de forças das bancadas no Congresso.
"Não se pode conceber que, em caso de licença de determinado titular, vinculado a este ou àquele partido, venha a substituí-lo suplente de partido diverso, potencializando-se algo que, em última análise, visa um somatório de forças políticas para lograr êxito nas eleições e que tem a personalidade jurídica imprópria cessada após o pleito", afirmou.
Prefeito de Manaus diz a moradora: 'Minha filha, então, morra, morra'

O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, discutiu com uma moradora de uma área de risco na manhã desta segunda-feira (21). Ele foi ao local após a morte de três pessoas durante o fim de semana por causa de um desmoronamento de terra na comunidade Santa Marta.
Em um dos momentos, a moradora afirma que não tem condição de ter uma moradia digna. Ele responde: “Minha filha, então, morra, morra.”
Em outra ocasião, o prefeito pergunta de onde a moradora é. Ela afirma que é do Pará. “Então, pronto. Tá explicado”, diz o prefeito.
Segundo nota da prefeitura, "a discussão se acirrou porque inicialmente o clima emocional era muito forte diante das fatalidades e os moradores se recusavam em sair do local de risco. O prefeito fez um 'apelo incisivo', pelo risco de morte dos moradores".
Em um dos momentos, a moradora afirma que não tem condição de ter uma moradia digna. Ele responde: “Minha filha, então, morra, morra.”
Em outra ocasião, o prefeito pergunta de onde a moradora é. Ela afirma que é do Pará. “Então, pronto. Tá explicado”, diz o prefeito.
Segundo nota da prefeitura, "a discussão se acirrou porque inicialmente o clima emocional era muito forte diante das fatalidades e os moradores se recusavam em sair do local de risco. O prefeito fez um 'apelo incisivo', pelo risco de morte dos moradores".
Prefeitura de Campinas confirma abatimento de capivaras

A Prefeitura de Campinas confirmou nesta segunda-feira (21) que as 20 capivaras confinadas no Lago do Café, na região do Parque Taquaral, serão abatidas. A prefeitura ainda não definiu a data. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Francisco Kerr Saraiva, a decisão foi tomada com base em estudos e recomendações do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do governo estadual e do Ministério da Saúde.afirmou Kerr Saraiva.
O confinamento dos animais teve início em 2008 no Lago do Café, local onde as capivaras serão mortas. Elas serão enterradas em um aterro sanitário. Depois do abate dos animais, o parque vai passar por um processo de limpeza e eliminação de possíveis focos do carrapato. Parte da vegetação será retirada e enterrada com produtos químicos. O processo de limpeza deve ocorrer em abril, quando começa o período de estiagem. Só depois de desinfetado, o Lago do Café será reaberto ao público.
AmbientalistasO Conselho Municipal de Defesa dos Animais ameaçou recorrer à Justiça, caso as capivaras fossem abatidas. Para os ambientalistas, a prefeitura deve eliminar os carrapatos com carrapaticida. O uso deste inseticida já foi feito, mas a prefeitura constatou que a medida não eliminou completamente os carrapatos e, por isso, os animais devem morrer.
O secretário municipal de Assuntos Jurídicos, Antonio Caria Neto, não acredita que a Justiça vá proibir o abate das capivaras. “Estamos amparados por estudos e recomendações, dificilmente algum juiz vai impedir que isso aconteça”, afirmou.
O confinamento dos animais teve início em 2008 no Lago do Café, local onde as capivaras serão mortas. Elas serão enterradas em um aterro sanitário. Depois do abate dos animais, o parque vai passar por um processo de limpeza e eliminação de possíveis focos do carrapato. Parte da vegetação será retirada e enterrada com produtos químicos. O processo de limpeza deve ocorrer em abril, quando começa o período de estiagem. Só depois de desinfetado, o Lago do Café será reaberto ao público.
AmbientalistasO Conselho Municipal de Defesa dos Animais ameaçou recorrer à Justiça, caso as capivaras fossem abatidas. Para os ambientalistas, a prefeitura deve eliminar os carrapatos com carrapaticida. O uso deste inseticida já foi feito, mas a prefeitura constatou que a medida não eliminou completamente os carrapatos e, por isso, os animais devem morrer.
O secretário municipal de Assuntos Jurídicos, Antonio Caria Neto, não acredita que a Justiça vá proibir o abate das capivaras. “Estamos amparados por estudos e recomendações, dificilmente algum juiz vai impedir que isso aconteça”, afirmou.
‘É uma dupla humilhação’, diz ex-escrivã sobre vídeo que caiu na net

A ex-escrivã de 29 anos que teve a calça e a calcinha arrancadas por policiais da Corregedoria da Polícia Civil e deixada nua em uma sala do 25º DP, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, em junho de 2009, disse nesta segunda-feira (21) que se sente humilhada em dobro agora que o vídeo com a cena dentro da delegacia foi postado na internet. “É uma dupla humilhação, no dia e agora”, lamentou. Ela não quis ter o nome divulgado.
Em uma cadeira no escritório de seu advogado, no Jabaquara, também na Zona Sul, a mulher, loira e de olhos claros, manteve os braços cruzados durante a entrevista. Olhou para o lado a cada pergunta feita para tentar obter a anuência de seu defensor para conceder ou não a resposta.Depois da humilhação sofrida há um ano e meio, a ex-escrivã tem que voltar a lidar com as recordações do episódio ao qual foi submetida. O vídeo feito pela Corregedoria da Polícia Civil na ocasião foi postado recentemente na internet – e o fato ganhou notoriedade.
Em uma cadeira no escritório de seu advogado, no Jabaquara, também na Zona Sul, a mulher, loira e de olhos claros, manteve os braços cruzados durante a entrevista. Olhou para o lado a cada pergunta feita para tentar obter a anuência de seu defensor para conceder ou não a resposta.Depois da humilhação sofrida há um ano e meio, a ex-escrivã tem que voltar a lidar com as recordações do episódio ao qual foi submetida. O vídeo feito pela Corregedoria da Polícia Civil na ocasião foi postado recentemente na internet – e o fato ganhou notoriedade.
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