PF prende agente penitenciário com droga na 317

Agente foi preso na BR 317, no momento em que estava entregando a droga para um homem

A Polícia Federal prendeu na noite desta segunda-feira, 22, um agente penitenciário na BR 317, sentido Rio Branco/Brasiléia, com grande quantidade de droga.

O agente, que não teve o nome divulgado, foi preso no exato momento em que estava entregando a droga para um outro homem, que também não teve seu nome revelado. Ele é acusado de tráfico de drogas e teria confessado ser o proprietário da droga.

O presidente do Sindicado dos Agentes Penitenciários, Adriano Marques, repudiou a ação do agente e disse que é um fato isolado.

Na última sexta-feira, 19, durante revista de rotina, agentes penitenciários encontraram drogas e dinheiro no alojamento onde ele presta serviço.

Gleyciano Rodrigues, do site Agazeta.net

Bando leva mais de R$ 8 mil de associação

Bandidos arrombaram a porta e levaram o dinheiro que seria partilhado entre os pescadores

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Bandidos destruíram parte dos móveis e levaram mais de R$ 8 mil da associação (Foto: Lenilda Cavalcante)
A invasão aconteceu na tarde do último sábado, 20, depois que a presidente da Colônia de Pescadores do Acre, Maria Lene de Andrade Leal, encerrou o expediente e foi para casa. Ela deixou na associação a quantia de R$ 8,4 mil, guardada em um armário.

O dinheiro é oriundo da venda dos pescadores associados da colônia. Ele seria usado na partilha entre os sócios nesta segunda-feira, 22.
Segundo informações da presidente, por volta do meio-dia ela teria saído da sede e ido para casa.

Por volta das 17 horas, uma funcionária foi até a residência da presidente para pegar a chave da entidade, pois teria esquecido alguns pertences.

Ao chegar na sede da colônia, localizada no segundo piso do Shopping Rafaela, na Avenida Ceará, a funcionária percebeu que a porta da entidade teria sido violada.

Imediatamente, ela comunicou o ocorrido à presidente, que chamou a polícia e peritos do Instituto de Criminalística.

Após a chegada da polícia ao local, a presidente e a fun-cionária entraram na sede da colônia e notaram que os ladrões teriam levado o dinheiro, R$ 8,4 mil, que estava guardado no armário, e uma câmera fotográfica digital, além de terem revirado todo o local.

A polícia suspeita que os invasores sejam menores de idade, pois uma sandália de borracha de numeração pequena foi abandonada no local.

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Veículo teve a cabina completamente destruída com o impacto na lateral da carreta

dsc00994Um caminhão pipa colidiu contra uma carreta cegonha na manhã desta terça-feira, 23, na Via Chico Mendes, região do bairro Amapá. O acidente causou congestionamento ao longo da estrada.

O motorista da carreta, que estava carregada de veículos, não obedeceu à sinalização, de que a preferencial era do caminhão. Joabe Souza de Lima, 27 anos não respeitou a placa e colidiu a lateral do veículo com o frente do caminhão pipa, dirigido por Jessé de Souza Santos, 28 anos.

O caminhão pipa ficou com a frente totalmente destruída. O condutor, Jessé Souza, foi encaminhado à UPA com escoriações.

Após o acidente, uma fila grande de veículos foi formada ao longo da Via, porque ela foi bloqueada pelos caminhões.

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MPF pede anulação do Vestibular da Ufac


Ausência de critérios uniformes para documentação de candidatos e exigências ilegais invalidam o certame

O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) ajuizou ação civil pública (ACP) com pedido de antecipação de tutela para que a Justiça Federal ordene a realização de novas provas do concurso Vetibular 2011 da Universidade Federal do Acre. Os fatos que originaram a ação do MPF ocorreram durante a aplicação das provas nos dias 14 e 15 de novembro, quando várias irregularidades foram constatadas e uma quantidade ainda indeterminada de candidatos foi prejudicada por condutas culposas e inadequadas adotadas pela Ufac.

Um dia após a realização do Vestibular, dezenas de candidatos recorreram ao MPF/AC para noticiar terem sido impedidos de realizar, total ou parcialmente, o referido certame, sob o argumento de que suas carteiras de identidade se encontravam com o prazo de validade vencido. Os candidatos denunciaram também que outras pessoas teriam realizado a prova com a mesma situação documental, demonstrando a falta de critério uniforme adotado pelo pessoal selecionado e treinado pela UFAC para realizar o processo de coordenação e fiscalização das provas do vestibular, gerando situações que comprometeram consideravelmente a normalidade e a lisura do concurso.

Ocorre que o Edital da UFAC previa que "no caso de menores de idade, as carteiras de identidade devem ter validade mínima até a data de realização das provas, ou seja, até dia 15/11/2010." Tal exigência, segundo o procurador regional dos direitos do cidadão, Ricardo Gralha Massia, é flagrantemente ilegal e, portanto, indevida, sendo nula de pleno direito, visto que a legislação vigente não autoriza a inclusão de prazo de validade em carteiras de identidade. Além disso, a previsão editalícia é ambígua e ensejadora de grave insegurança jurídica, a ponto de ter se revelado capaz de confundir os próprios fiscais do certame, tendo alguns permitido aos candidatos realizar provas no primeiro dia e impedido no segundo, outros tendo barrado os candidatos nos dois dias e outros ainda tendo permitido que se realizassem as provas sem nenhum problema.

Segundo a ACP, a Constituição Federal reconhece a Educação como Direito de todos e, como tal, todos devem ter a mesma oportunidade de acesso, inclusive o direito de concorrer ao Ensino Superior em condições igualitárias, devendo ser selecionados apenas por sua capacidade. Além disso, a previsão editalícia de carteiras de identidade onde constem prazo de validade ofende ao princípio da legalidade, tendo em vista que não há previsão legal para que conste data de vencimento em documentos desta natureza. Além destes aspectos jurídicos, a ausência de critério uniforme na condução dos trabalhos de coordenação e fiscalização do certame acabou por gerar ofensa ao princípio da isonomia.

Os pedidos da ACP são para a suspensão dos efeitos de todos os atos do certame vestibular da UFAC ocorridos a partir do dia 14 de novembro e a imediata determinação para realização de novas provas, em substituição àquelas viciadas, a serem aplicadas em prazo fixado pela Justiça, que permita o início do semestre letivo de 2011 sem atrasos, dessa vez sem a formulação de exigência ilegal aos candidatos. O MPF também pede que seja fixada multa de R$ 30 mil diários em caso de descumprimento de eventual decisão favorável aos candidatos.

Instituto de Identificação do Acre não pode incluir data de validade em cédulas de identidade

O procurador Ricardo Gralha Massia também enviou recomendação ao diretor do Instituto de Identificação do Acre para que aquele órgão de abstenha de incluir data de validade nas cédulas de identidade, devendo ser cumprido estritamente o previsto na Lei Lei n.º 7.116/83 e no Decreto n.º 89.250/83. Segundo a recomendação, os órgão públicos devem agir de acordo com o princípio da legalidade, não cabendo inovações que alterem a forma de agir prevista em Leis e intervindo em direitos de terceiros de forma não autorizada, causando prejuízos para estes e para a própria Administração Pública.

O Instituto de Identificação tem 10 dias para pronunciar-se ao MPF sobre o acolhimento do recomendado, sendo que a eventual inobservância da presente recomendação ensejará a adoção das medidas judiciais pertinentes.

Número de mortos após tumulto em ponte do Camboja passa de 300

Um tumulto em uma ponte superlotada de pedestres em Phnom Penh, capital do Camboja, deixou 339 mortos nesta segunda-feira (22), informou o premiê do país, Hun Sen, já na madrugada desta terça.
Segundo ele, há 329 feridos, e o número de vítimas ainda pode aumentar.
A maior parte das vítimas morreu por afogamento ou esmagadas no tumulto
O acidente ocorreu enquanto milhões de pessoas ocupavam as ruas da cidade para comemorar o último dia do Festival da Água. Pelo menos 240 das vítimas são mulheres, segundo uma reportagem da TV Estatal, que indicou mais cedo haver 278 mortos..
Na TV estatal, o primeiro-ministro pediu desculpas pelo desastre, apresentou condolências às famílias de vítimas e disse que as causas da tragédia ainda são desconhecidas.
Os corpos foram colocados fora da ponte, que liga Phnom Penh a Diamond Island, uma pequena ilha onde eram realizadas festividades para marcar o final dos três dias do festival anual. Muitas pessoas caíram no rio Tonle Sap durante a confusão, segundo testemunhas

Policial morre em acidente ao deixar casa noturna em Cruzeiro do Sul

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Cleisson da Silva Pedrosa, 28 anos, tinha incorporado recentemente. Segundo a própria Policia Militar ele saiu de uma casa noturna após ingerir bebida alcoólica e trafegava na contramão em uma motocicleta quando aconteceu a colisão.

O acidente aconteceu na madrugada de domingo (21). De serviço, Pedrosa alegou que estava com problemas de saúde e trocou o plantão com outro policial, segundo informou o comandante local da Polícia Militar, tenente-coronel Amarildo Lima do Nascimento. Ainda segundo o oficial, o supervisor da guarnição informou que o militar vítima de acidente ultrapassou uma viatura da Polícia Militar, desviou de uma poça de água e na contramão colidiu frontalmente com outra motocicleta. O soldado morreu no local do acidente.

O condutor da outra motocicleta, Francisco Adriano Marçal da Conceição, 32 anos, sofreu um corte profundo na região frontal da cabeça e permanece internado no Hospital do Juruá onde recebeu atendimento. O sepultamento do PM aconteceu na tarde deste domingo, o comando da Policia Militar prestou solidariedade a família.

Segundo tenente-coronel Nascimento, Pedrosa já trabalhava como policial Militar voluntário em Cruzeiro do Sul há cinco anos, ‘’era um bom soldado, bem disciplinado e nunca deu trabalho dentro da Policia Militar. Apesar de saber que o nosso Policial estava errado, estamos muito tristes com sua morte, era um jovem e tinha um futuro promissor que foi interrompido”, lamentou.

www.tribunadojurua.com - Informações de Francisco Rocha

Julgamento do Mandado de Segurança impetrado por Jorge Viana é adiado

O representante do Ministério Público emitiu parecer, observando que o Mandado de Segurança não é o instrumento adequado para a discussão do assunto.

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Julgamento do Mandado de Segurança pode acontecer nesta terça, 23 (Foto: Gleyciano Rodrigues)
O juiz eleitoral Laudivon Nogueira pediu vista do pedido preliminar do Ministério Público Eleitoral (MPE), que considera o mandado de segurança protocolado pelo senador eleito pela Frente Popular, Jorge Viana, “não é o instrumento ideal para este caso”.

Ele se refere à apreensão de computadores de Viana a pedido do juiz eleitoral Romário Divino, da 10ª Zona Eleitoral, para verificar suposto indícios de crime eleitoral, nestas Eleições de outubro passado.

O Ministério Público Eleitoral entendeu que o mandado de segurança não é o instrumento adequado para esta finalidade. Compreensão diferente teve o juiz Marcelo Basseto: “Temos sim, que julgar o mandado”, manifestou-se em seu voto.

Já a juíza Denise Bonfim afirmou que o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral não deve julgar o mandado, acatando o pedido do MP Eleitoral. A juíza Alexandrina Melo afirmou que se manifestaria somente após o voto de Laudivon Nogueira, que havia pedido vistas do processo.

Para o procurador eleitoral Paulo Henrique Ferreira Brito, a posição defendida é a de que “não tem como votar o mandado de segurança, porque não é este o instrumento”.

Com a decisão, o mérito será julgado em nova sessão, possivelmente, nesta terça-feira, 23.

Eva Evangelista não participa de julgamento

A desembargadora Eva Evangelista disse que não votaria, pois recebeu ligações de Jorge Viana no dia das apreensões. "Peço suspeição, pois recebi ligações do Jorge Viana. Nâo quero que depois venham colocar em suspeita meus 34 anos de profissão", disse.

Entenda o caso - Impetrado pela defesa do senador eleito, Jorge Viana (PT), o mandado tentam desconstituir a ordem de busca e apreensão dada pelo juiz Romário Divino, da 10ª Zona Eleitoral de Rio Branco.

O mandado foi cumprido por agentes da Polícia Federal na véspera das eleições deste ano e resultou na apreensão de computadores no escritório de Jorge Viana. Antes mesmo de a votação começar, a desembargadora Eva Evangelista se declarou suspeita para conhecer da matéria.

Ela alegou ter mantido diversos diálogos telefônicos com o senador eleito no dia da apreensão dos computadores. O advogado de defesa Odilardo Marques sustentou perante os membros da corte a ilegalidade do MS.

O representante do Ministério Público emitiu parecer, observando que o Mandado de Segurança não é o instrumento adequado para a discussão do assunto.