Os ex-jogadores de futebol Romário e Bebeto, que formaram a dupla de ataque da seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 1994, foram eleitos, respectivamente, para deputado federal e estadual no Rio de Janeiro. Com quase 100% das urnas apuradas no Estado, Romário foi eleito pelo PSB com quase 150 mil votos. Bebeto, por sua vez, foi eleito pelo PDT graças ao apresentador de TV Wagner Montes, o puxador de votos da legenda. Bebeto recebeu menos de 30 mil votos, mas os mais de 500 mil para Montes possibilitaram sua chegada à Assembleia Legislativa do Rio. Montes também garantiu a eleição da atriz Myriam Rios, ex-mulher de Roberto Carlos, que foi votada por pouco mais de 20 mil eleitores.Romário, Bebeto e ex-BBB são eleitos no Rio de Janeiro
Os ex-jogadores de futebol Romário e Bebeto, que formaram a dupla de ataque da seleção brasileira campeã da Copa do Mundo de 1994, foram eleitos, respectivamente, para deputado federal e estadual no Rio de Janeiro. Com quase 100% das urnas apuradas no Estado, Romário foi eleito pelo PSB com quase 150 mil votos. Bebeto, por sua vez, foi eleito pelo PDT graças ao apresentador de TV Wagner Montes, o puxador de votos da legenda. Bebeto recebeu menos de 30 mil votos, mas os mais de 500 mil para Montes possibilitaram sua chegada à Assembleia Legislativa do Rio. Montes também garantiu a eleição da atriz Myriam Rios, ex-mulher de Roberto Carlos, que foi votada por pouco mais de 20 mil eleitores.Marina Silva diz que apoio do PV no segundo turno não será unânime
Marina Silva diz que apoio do PV no segundo turno não será unânime
PV fará plenária para decidir se apoia José Serra ou Dilma Rousseff. “Não se pode dizer que terá uma posição única", afirmou Marina
PV fará plenária para decidir se apoia José Serra ou Dilma Rousseff. “Não se pode dizer que terá uma posição única", afirmou Marina
A senadora Marina Silva disse que a decisão do PV sobre qual candidato apoiar no segundo turno não será unânime. – Em um partido como o PV não tem como imaginar, até pela diversidade, ter um processo unânime, único – disse em entrevista a rádio Jovem Pan. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que disputam o segundo turno, já anunciaram que vão buscar o apoio do PV.Marina teve 19.636.359 votos no primeiro turno, o equivalente a 19,33% dos votos válidos, e ficou em terceiro lugar na disputa. Ela já foi procurada por PT e PSDB e estimou que uma decisão deva ser tomada em até 15 dias.– Quando eu me filiei ao partido, já foi aprovado na executiva que se tivesse segundo turno e não fossemos para o segundo turno, que a decisão seria tomada em convenção, assegurando à minoria o direito de manifestação. Isso é a democracia – disse Marina.– É fundamental que se ouça a sociedade, que majoritariamente participou desse processo – disse a candidata. – Tem aí uma gama de segmentos da sociedade que se aliançaram conosco e obviamente nós temos que honrar essa preferência de aliança que foi feita pela sociedade. Então não se pode dizer que terá uma posição única, mas que será um processo democrático, aberto e transparente, baseado na plataforma que apresentamos – completou.
Campanha do referendo está valendo

A propaganda eleitoral sobre o referendo que vai decidir se o acreano quer o antigo horário (02h) de Brasília ou se manterá apenas 1h de diferença em relação a capital federal já teve início no rádio e na TV.
As urnas especiais serão disponibilizadas pelo TRE acreano e que também irá coordenar processo de escolha. A estimativa é que o referendo custará em torno de R$ 1 milhão.
A disputa é baseada na seguinte pergunta: ‘Você é a favor da recente alteração do horário legal promovida no seu Estado? Se o eleitor concorda, deve digitar o Nº 55 e se for contrário à medida, deverá digitar o Nº 77.
As duas frentes que irão representar as duas respostas na mídia do rádio e na TVE ainda não iniciaram seus programas e poucos eleitores tem esclarecimento sobre o que acontecerá.
Salomão Matos, da redação de ac24horas
As urnas especiais serão disponibilizadas pelo TRE acreano e que também irá coordenar processo de escolha. A estimativa é que o referendo custará em torno de R$ 1 milhão.
A disputa é baseada na seguinte pergunta: ‘Você é a favor da recente alteração do horário legal promovida no seu Estado? Se o eleitor concorda, deve digitar o Nº 55 e se for contrário à medida, deverá digitar o Nº 77.
As duas frentes que irão representar as duas respostas na mídia do rádio e na TVE ainda não iniciaram seus programas e poucos eleitores tem esclarecimento sobre o que acontecerá.
Salomão Matos, da redação de ac24horas
Três fiscais do governo vão deixar a Assembléia Legislativa
Três fiscais do governo vão deixar a Assembléia Legislativa
Luiz Calixto (PDT), Donald Fernandes (PSDB) e Idalina Onofre (PPS) autores de várias denúncias contra o governo do PT na Assembléia Legislativa durante a atual legislatura não conseguiram se reeleger. Durante os próximos 4 anos o governador eleito, Tião Viana, não terá as pedras no sapato que Binho Marques teve que enfrentar. As atuações dos três principais oposicionistas na Assembléia Legislativa não se refletiram em votos.A deputada estadual, Idalina Onofre, de família nobre e esposa de um empresário bem sucedido de Cruzeiro do Sul, manteve durante o seu mandato uma postura firme de oposição ao Governo da Floresta denunciando e pedindo providencias para falhas na saúde, educação e principalmente segurança pública. Mas devido a distancia para a capital e o receio de alguns veículos de comunicação locais em dar oportunidade para os críticos do governo, fizeram com que as atuações da parlamentar não chegassem ao conhecimento da maior parte da população do Juruá, principalmente aos mais humildes, fatores que contribuíram para a deputada não conseguir a reeleição. O PSDB que se levanta no Acre depois de disputar voto a voto o governo do estado com seu candidato Tião Bocalom e eleger o deputado federal que obteve o maior número de votos, perde uma forte e incômoda voz para o governo na Assembléia Legislativa que é a do deputado estadual, Donalde Fernandes. O parlamentar foi autor de várias denúncias contra setores do governo, muitas de suas reivindicações foram em favor da Região do Vale do Juruá. Alguns chefes de repartições do governo do estado estariam até comemorando o insucesso do deputado nesta eleição.
Alívio ainda maior para o governo do PT será a ausência do deputado estadual, Luiz Calixto (PDT) que não conseguiu votos suficientes para a reeleição. O parlamentar que tem seu reduto eleitoral em Rio Branco sempre incomodou os governistas com sua visão e opiniões críticas encarando os defensores do Governo na Assembléia Legislativa.
www.tribunadojurua.com - Genival Moura
Luiz Calixto (PDT), Donald Fernandes (PSDB) e Idalina Onofre (PPS) autores de várias denúncias contra o governo do PT na Assembléia Legislativa durante a atual legislatura não conseguiram se reeleger. Durante os próximos 4 anos o governador eleito, Tião Viana, não terá as pedras no sapato que Binho Marques teve que enfrentar. As atuações dos três principais oposicionistas na Assembléia Legislativa não se refletiram em votos.A deputada estadual, Idalina Onofre, de família nobre e esposa de um empresário bem sucedido de Cruzeiro do Sul, manteve durante o seu mandato uma postura firme de oposição ao Governo da Floresta denunciando e pedindo providencias para falhas na saúde, educação e principalmente segurança pública. Mas devido a distancia para a capital e o receio de alguns veículos de comunicação locais em dar oportunidade para os críticos do governo, fizeram com que as atuações da parlamentar não chegassem ao conhecimento da maior parte da população do Juruá, principalmente aos mais humildes, fatores que contribuíram para a deputada não conseguir a reeleição. O PSDB que se levanta no Acre depois de disputar voto a voto o governo do estado com seu candidato Tião Bocalom e eleger o deputado federal que obteve o maior número de votos, perde uma forte e incômoda voz para o governo na Assembléia Legislativa que é a do deputado estadual, Donalde Fernandes. O parlamentar foi autor de várias denúncias contra setores do governo, muitas de suas reivindicações foram em favor da Região do Vale do Juruá. Alguns chefes de repartições do governo do estado estariam até comemorando o insucesso do deputado nesta eleição.Alívio ainda maior para o governo do PT será a ausência do deputado estadual, Luiz Calixto (PDT) que não conseguiu votos suficientes para a reeleição. O parlamentar que tem seu reduto eleitoral em Rio Branco sempre incomodou os governistas com sua visão e opiniões críticas encarando os defensores do Governo na Assembléia Legislativa.
www.tribunadojurua.com - Genival Moura
Mudança na Aleac é de 54%; na Câmara Federal 50%
>ReeleitosNey AmorimHelder PaivaLuís TchêWalter PradoChico Viga (ainda indefinido)Gilberto DinizMoisés DinizAntônia SalesChagas RomãoMaria Antônia Santiago>NovatosPereiraJonas LimaJamyl AsfuryPastor Denílson SegóviaMarileide SerafimAstério MoreiraLira Morais (menos votado -1690 votos)Edvaldo SouzaEber MachadoToinha VieiraMajor RochaEduardo FariasManoel Moraes

O eleitor acreano que saiu às urnas no último domingo escolheu renovar a maioria das cadeiras da Assembleia Legislativa do Acre. Mais da metade da composição estadual foi alterada.Dos 24 deputados eleitos, 16 são candidatos da Frente Popular do Acre e oito da oposição (nas eleições de 2006 foram 17 contra 7). Na Câmara Federal, a mudança aconteceu pela metade. Veja os escolhidos.
Dindim, prefeito de Feijó: “Não posso transferir votos para alma”
Dindim, prefeito de Feijó: “Não posso transferir votos para alma”Ele não admite ser considerado culpado pela derrota da oposição na disputa ao Governo do Estado.
Ainda faltam serem apuradas algumas urnas no Acre, mas a oposição, mesmo derrotada por minúscula diferença de votos, começou a lavar roupa suja nesta segunda-feira cedo. De Feijó, o prefeito Dindim Pinheiro, do PSDB, mandou avisar a seus correligionários, que as insinuações de que ele seria culpado pelo insucesso de Tião Bocalom devem “entrar num ouvido e sair no outro”.Um dos prefeitos mais festejados pelos moradores de seu município, Dindim justifica que não consegue “transferir votos para almas”, numa alusão ao sumiço dos candidatos majoritários durante a campanha.Segundo ele, a campanha da oposição em seu município ocorreu por meio de passagens relâmpagos de Tião Bocalom, Sérgio Petecão e João Correia pela cidade. Em muitas das vezes o prefeito nem avisado era. – Para você ter uma idéia, num dos comícios o Bocalom chegou aqui às 11 horas da noite. O povo já estava cansado. A maioria tinha ido embora – comenta o prefeito.A oposição perdeu pela primeira vez em Cruzeiro do Sul, foi derrotada outra vez em Tarauacá e teve desempenho indesejável em pequenos municípios como Jordão e Santa Rosa. Mas a polêmica em torno de Feijó era previsível, em decorrência de seu prefeito ser polêmico por natureza.Dindim encara a Frente Popular há 14 anos, nunca perdeu e não abre mão de falar o que pensa. – Mesmo que a oposição tivesse sido bastante unida, uma coisa é encarar meus adversários aqui, outra coisa é transferir votos. Nem Lula conseguiu transferir votos pra Dilma – desculpa-se.A relação de Dindim com a população de Feijó é indiscutível, a partir dos resultados que ele obteve em 14 anos, mesmo sendo sempre adversário da Frente Popular. Mas quando se trata de votação para o governo, o município sempre menosprezou a oposição.Chicão Brígido e Alércio Dias tomaram um capote de 80% para Jorge Viana em 1998, fenômeno repetido em 2002, quando Viana foi para a reeleição contra Flaviano Melo.Quatro anos mais tarde, Márcio Bittar sofrera a mesma derrota. – A oposição dessa vez diminuiu e muito a diferença. Por isso não admito que venham reclamar de mim – diz o prefeito, que adiantou, inclusive, estar preparado para ser expulso do PSDB, com base na recorrente desunião da oposição.– Se a oposição fosse unida ia sentar todo mundo para avaliar que saiu vencedora, projetar o futuro, mas todos só pensam em si e querem apontar culpados – finaliza.
Ainda faltam serem apuradas algumas urnas no Acre, mas a oposição, mesmo derrotada por minúscula diferença de votos, começou a lavar roupa suja nesta segunda-feira cedo. De Feijó, o prefeito Dindim Pinheiro, do PSDB, mandou avisar a seus correligionários, que as insinuações de que ele seria culpado pelo insucesso de Tião Bocalom devem “entrar num ouvido e sair no outro”.Um dos prefeitos mais festejados pelos moradores de seu município, Dindim justifica que não consegue “transferir votos para almas”, numa alusão ao sumiço dos candidatos majoritários durante a campanha.Segundo ele, a campanha da oposição em seu município ocorreu por meio de passagens relâmpagos de Tião Bocalom, Sérgio Petecão e João Correia pela cidade. Em muitas das vezes o prefeito nem avisado era. – Para você ter uma idéia, num dos comícios o Bocalom chegou aqui às 11 horas da noite. O povo já estava cansado. A maioria tinha ido embora – comenta o prefeito.A oposição perdeu pela primeira vez em Cruzeiro do Sul, foi derrotada outra vez em Tarauacá e teve desempenho indesejável em pequenos municípios como Jordão e Santa Rosa. Mas a polêmica em torno de Feijó era previsível, em decorrência de seu prefeito ser polêmico por natureza.Dindim encara a Frente Popular há 14 anos, nunca perdeu e não abre mão de falar o que pensa. – Mesmo que a oposição tivesse sido bastante unida, uma coisa é encarar meus adversários aqui, outra coisa é transferir votos. Nem Lula conseguiu transferir votos pra Dilma – desculpa-se.A relação de Dindim com a população de Feijó é indiscutível, a partir dos resultados que ele obteve em 14 anos, mesmo sendo sempre adversário da Frente Popular. Mas quando se trata de votação para o governo, o município sempre menosprezou a oposição.Chicão Brígido e Alércio Dias tomaram um capote de 80% para Jorge Viana em 1998, fenômeno repetido em 2002, quando Viana foi para a reeleição contra Flaviano Melo.Quatro anos mais tarde, Márcio Bittar sofrera a mesma derrota. – A oposição dessa vez diminuiu e muito a diferença. Por isso não admito que venham reclamar de mim – diz o prefeito, que adiantou, inclusive, estar preparado para ser expulso do PSDB, com base na recorrente desunião da oposição.– Se a oposição fosse unida ia sentar todo mundo para avaliar que saiu vencedora, projetar o futuro, mas todos só pensam em si e querem apontar culpados – finaliza.
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