Mulher processa médico após cirurgia a deixar com 'quatro seios'


Maria Alaimo, de 47 anos, que mora em Staten Island, no estado de Nova York (EUA), entrou com um processo contra o cirurgião que fez o implante de silicone em seus seios, alegando que, em vez aumentá-los, o médico a deixou com “quatro peitos", segundo o jornal "Staten Island Advance".

A mulher disse que pagou US$ 7 mil ao médico Keith Berman pelo implante. No entanto ela destacou que a cirurgia ficou péssima, provocando perda de auto-estima e constrangimento, além do fim de seu casamento.
"Maria saiu da cirurgia com quatro seios", disse seu advogado, Michael J. Kuharski, durante audiência na terça-feira na Suprema Corte do estado. Na ação, o advogado pede US$ 5 milhões (cerca de R$ 9 milhões) de indenização.
O advogado do médico, Jerry Giardina, disse que a cirurgia plástica ficou banalizada, já que artistas e celebridades fazem isso o tempo todo. Mas, segundo ele, não há garantias que o resultado final irá agradar o cliente.
Maria Alaimo realizou a operação para aumentar os seios em 2003. Em depoimento no tribunal, o médico afirmou que alertou a mulher sobre os riscos potenciais, incluindo a cicatrização, e as possíveis consequências da colocação de implantes. Seu advogado destacou que ela estava preocupada apenas com o "glamour" de aumentar os seios. No entanto o defensor de Maria Alaimo rebateu e disse que o cirurgião estava preocupado apenas com o dinheiro. De acordo com Kuharski, sua cliente tinha um casamento "ótimo" antes da primeira cirurgia, mas, depois, nunca mais permitiu que seu marido a visse sem roupa novamente. O casal, que tem dois filhos, divorciou-se no fim de 2004.

Gladson defende Estatuto dos Servidores do Judiciário



Em plena retomada dos trabalhos legislativos e grande movimentação em Brasília em torno da votação de projetos de interesse setorial, o deputado Gladson Cameli (PP) defendeu junto à tribuna da Câmara dos Deputados a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC)n°170/2007. A proposta estabelece a criação do chamado Estatuto dos Servidores do Poder Judiciário,que deverá dar uma regulamentação uniforme aos servidores dos órgãos jurisdicionais em todas as unidades federativas.”É mais uma questão de justiça, já que hoje existe uma série de regimes impostos aos servidores da categoria, o que vai de encontro á estrutura uma do Poder Judiciário”,disse o deputado.
O parlamentar lembrou ainda que o Estatuto pretendido vem pôr fim às disparidades salariais hoje existentes, já que garantiria a isonomia expressa na própria Constituição Federal. ”É o mesmo princípio da PEC 300 que garante a equiparação salarial dos PMs e bombeiros de todo o Brasil ao pago à Corporação do Distrito Federal”,resumiu. Neste sentido, a PEC 170 garante a unificação do limite nacional de remuneração a toda a magistratura, acabando com os chamados subtetos e referência salariais e impedindo o surgimento das disparidades remuneratórias. Para o deputado, é mais uma chance de rever injustiças “ e assegurar as equiparações garantidas pela própria Constituição”.
A PEC 170/2007 vem sendo objeto de enorme interesse e acompanhamento dos servidores da Justiça de todo o Brasil. A proposta, segundo o deputado, já foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal. Atualmente, a PEC está sob análise de uma Comissão Especial, que deverá publicar parecer. A proposta vai ser ainda alvo de uma audiência pública para debates das instituições interessadas e setores organizados da sociedade civil. De acordo com o deputado, a PEC deverá corrigir disparidades e realinhar de forma equilibrada e consistente a política salarial existente no próprio Poder Judiciário. ”Para isto, esperamos contar com a sensibilidade do Congresso Nacional,que com certeza vai cumprir com seu papel político e social”,resumiu.
Assessoria

Juiz federal volta a ouvir ex-guardas da Sucam


A pedido do procurador da República, Ricardo Gralha Massia, o juiz David Wilson de Abreu Pardo, da 1ª Vara Federal do Acre, recebeu os servidores da Fundação Nacional de Saúde - extinta Sucam - com suspeita de contaminação por Dicloro-Difenil-Tricloroetano (DDT), ontem, 3, para saber se as determinações judiciais para o diagnóstico dos casos e atendimento às vítimas estão sendo cumpridas pelo Estado e pela Funasa.Pelo menos 100 servidores compareceram. A audiência aconteceu no auditório da instituição e foi acompanhado de perto pela deputada estadual Idalina Onofre (PPS), membro da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, e pela advogada Martha Cruz, representando o gabinete da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB). O procurador Ricardo Gralha também esteve presente.
Uma cena comoveu os presentes. Aos 70 anos de idade e com visíveis complicações decorrentes do DDT, o funcionário José Pereira, fez questão de comparecer à sede da Justiça Federal para dar seu testemunho. Apoiado pela mulher, Maria Nilce, ele aguardava pacientemente o início da audiência.Segundo o presidente da Comissão DDT e Luta pela Vida, Aldo Moura, o Plano de Ação apresentado pelo Estado e pela Funasa só existe no papel. Uma das queixas é com relação à equipe médica que deveria ser disponibilizada para atender os pacientes.
“A equipe deveria ter dois neurologistas, um clínico geral, e um oncologista, mas apenas um desses profissionais foi disponibilizado”, disse. De acordo com Aldo Moura, além da equipe estar incompleta, o atendimento que deveria ser realizado diariamente está ocorrendo apenas uma vez por mês e nos finais de semana.
Além de atendimento médico, o Estado e a Funasa também foram sentenciadas pela Justiça a arcar com todas as despesas relativas à compra de medicamentos. Outro item do Plano que, segundo os ex-guardas, não está sendo cumprido.
A preocupação do Ministério Público Federal, autor da Ação Civil Pública que resultou na sentença da Justiça prevendo amparo total às vítimas do DDT, é com relação ao grande número de vítimas que estão sendo registradas. Desde novembro, quando o Plano de Ação foi apresentado, nove funcionários já faleceram. O temor é que, sem a devida assistência, eles continuem morrendo. DULCINÉIA AZEVEDO

Barco hospital da prefeitura de Feijó retorna de viagem e com o dever cumprido: 4.316 atendimento em 9 dias


“Não poderia ter sido melhor.” Assim o prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), definiu os resultados positivos obtidos pelo barco-hospital Erasmo Castro Melo, que durante 9 dias [de 22 de fevereiro à 02 de março] navegou pelos rios Envira e Jurupari, levando saúde, cidadania e entretenimento aos moradores que vivem às margens dos rios da região. Esta foi a primeira viagem do barco que fora abandonada pela administração anterior.
“As comunidades ficaram surpresas com a qualidade do atendimento e isso nos orgulha muito, pois nunca eles tinham tido tanta atenção”, disse Dindim emocionado ao lembrar da alegria do sofrido povo quando o viu subindo os barrancos dos rios e participando da Ação da saúde itinerante. “Até carregado nos braços eu fui. Isso é muito legal e mostra o quanto a nossa população precisa de atenção”, diz.
A carência de prestação de serviço é tão grande que até uma extração de um dente é motivos para agradecimento. “Já pensou você se livrar de uma dor que o incomoda há vários anos”, indaga Dindim. E como dor dente é um problema sério na região, nos 9 dias de atendimento aos ribeirinhos a equipe de odontólogos da prefeitura de Feijó fez 346 extrações.
A bordo do barco-hospital estavam dois médicos [clínico geral], enfermeiros e auxiliar de enfermagem e atendente de farmácia. Ao todo foram realizadas 1.640 consultas médicas e aplicadas 1.399 vacinas. Alem da emissão de documentos também foram efetuados 642 cortes de cabelo e um grande numero de cadastramento de pessoas para inclusão no programa Bolsa Família do governo FederalRelatório da viagem:Consultas médicas - 1.640Extração de dentes - 346Vacinas variadas – 1.399aplicação de Injeções – 40Curativos e Sutura – 09Venoclise – 05Drenagem – 01Corte de cabelo – 642Exames de Doenças de Chagas – 140PPCU - 94Total de atendimentos – 4.316 Da redação de ac 24 horas

Saúde-federal: 900 vagas de nível superior



O Ministério da Saúde deverá ser o primeiro a realizar concurso para a carreira de especialista em desenvolvimento de Políticas Sociais, criada em novembro de 2009, com um quadro de 2.400 vagas para atuação em diversos órgãos ligados à área social. O cargo exige nível superior e proporcionará remuneração que irá variar de R$2.906,66 a R$5.151.
O pedido de autorização para 900 vagas já está tramitando no Ministério do Planejamento e, segundo o titular da pasta, Paulo Bernardo, informou em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA as autorizações devem sair em breve. "Vamos fazer esses concursos", disse o ministro.
A contratação será pelo regime estatutário, que garante estabilidade no serviço público. Segundo o Ministério da Saúde, estão sendo feitos estudos para definir a habilitação específica (área) exigida para o ingresso, assim como a distribuição das vagas. Provavelmente, elas devem ser divididas entre a sede, em Brasília, e os núcleos estaduais em todo o país.
As demais vagas criadas ficarão para os ministérios com atividades relacionadas às áreas Previdência, Emprego e Renda, Segurança Pública, Desenvolvimento Urbano, Segurança Alimentar, Assistência Social, Educação, Cultura, Cidadania, Direitos Humanos e Proteção à Infância, à Juventude, ao Portador de Necessidades Especiais, ao Idoso e ao Indígena.
Para ingressar, os candidatos deverão passar por provas e avaliação de títulos, podendo incluir outras etapas, entre elas curso de formação. O objetivo do governo é ter um servidor para atender aos programas sociais em curso, além de outros a serem lançados.
Recursos HumanosAlém desse concurso, o ministério da Saúde têm dois outros em andamento: um para 805 vagas administrativas em todo o país e outro para 467 vagas de médicos de diversas especialidades para os hospitais do Rio de Janeiro. A estimativa do Ministério é de que 70% do quadro de servidores possa se aposentar em até quatro anos, o que vai gerar grande necessidade de pessoal. Sendo assim, novos concursos e convocações de aprovados deverão ser feitas.
Em nota, o ministério informou também que a necessidade maior de pessoal é "na sede do ministério e nos núcleos estaduais, especificamente, há necessidade de servidores para a área administrativa e técnicos para a elaboração das políticas de saúde. Já nas unidades hospitalares, a maior necessidade é de médicos". (Folha Dirigida)

Polícia Civil-AC já tem organizador para concurso de nível médio


A Polícia Civil do Acre (PC-AC) aguarda apenas a autorização da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para dar início aos preparativos do próximo concurso, informou a Secretaria de Gestão Administrativa (SGA) do estado. A organizadora já foi escolhida, porém, segundo a SGA, seu nome somente será divulgado após a análise do processo e a autorização da PGE.
O delegado geral da Polícia Civil, Emylson Farias, informou que só espera a confirmação da organizadora. "Tão logo seja assinado o contrato com a instituição que atenda aos requisitos legais, divulgaremos o edital de abertura do concurso", garantiu.
Apesar da demora, o delegado Alex Cavalcante afirmou que as informações antes apresentadas, como o número de vagas e a remuneração oferecida, não serão alteradas. Portanto, serão 239 vagas de agente de polícia, que exige apenas o nível médio completo.
A remuneração é de R$1.812, já incluídas as gratificações estabelecidas em lei. Os benefícios são adicional de atividade policial, gratificação de risco de vida (R$300), auxílio-alimentação (R$352), gratificação de atividade penitenciária e adicional de titulação.
De acordo com o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) instituído no ano passado, os funcionários poderão receber ainda um prêmio anual de R$1.500, pago em duas parcelas, se atingirem a meta coletiva de redução da criminalidade.
A última seleção para o cargo de agente de polícia da PC-AC foi realizada em 2006. Os candidatos passaram por prova objetiva, teste de aptidão física, exames médicos, avaliação psicológica e, por fim, curso de formação profissional. (Folha Dirigida)

SGA prorroga prazo de entrega de documentos dos candidatos de concurso


A Secretaria de Estado da Gestão Administrativa (SGA) prorroga até o dia 3 de junho a data para a entrega de documentos referentes à investigação social e criminal, de candidatos selecionados no concurso público. E também realiza nova convocação para os exames médicos dos candidatos aos cargos de Agente Penitenciário, de Delegado de Polícia, de Escrivão de Polícia e de Perito Criminal. Edital 24/2008 IAPEN-Prorrogação e convocação:
http://www.agencia.ac.gov.br/images/stories/edital_24.pdf