Pleno do TJ Acre não mantém liminar que garantiu Merla como deputado por 8 meses


Presidente da Aleac deve escolher entre Roberto Filho e Dinha para ocupar vaga deixada por Juarez Leitão
O Pleno do Tribunal de Justiça do Acre decidiu na tarde desta quarta-feira aquilo todos sociedade esperava: não pode manter a liminar que deu a Merla Albuquerque o direito de ser deputado estadual por 8 meses. Os desembargadores, só quase um ano depois, descobriram que não tinham competência para decidir sobre a vaga de deputado estadual deixada por Juarez Leitão, PT, que renunciou para assumir a prefeitura de Feijó-Ac.
Após a decisão anunciada, cabe agora ao deputado do PCdoB, Edvaldo Magalhães, presidente da Assembléia Legislativa, decidir quem empossar no lugar de Merla, se Roberto Filho, PP, terceiro suplente ou Dinha Carvalho, PR, quarta suplente. O mais provável é que Dinha assuma a vaga, uma vez que Roberto Filho está impedido judicialmente de ocupar qualquer cargo público.
Da redação ac24horasRio Branco, Acre

TRE-AC cassa mandato de Juarez Leitão


Por quatro votos a dois, os juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Acre decidiram, em sessão realizada na tarde desta terça-feira (15), pela cassação do mandato do prefeito de Feijó, Juarez Leitão (PT), e de seu vice, Marcos Antônio Lima. Os dois foram condenados por compra de votos nas eleições de 2008. Eles são acusados de distribuir sacolões e tijolos em troca do voto dos eleitores. Além de deixar o cargo, Juarez Leitão terá que pagar ainda multa de 30 mil Ufirs e não poderá concorrer nas eleições suplementares que ocorrerão em Feijó.
Em seu voto, o relator do processo, Juiz Jair Facundes, apontou que a materialidade da prova ficou constatada nos autos. Facundes ressaltou que “o conjunto probatório dos fatos definiram a robustez das provas apresentadas no processo”. O voto do relator foi acompanhado pelas Juízas Denise Bonfim, Eva Evangelista e Maria Penha. Divergiram do relator os Juízes Ivan Cordeiro e Maurício Hohenberger.
Os advogados de defesa do prefeito de Feijó alegaram a intempestividade do recurso, ao afirmar que o mesmo não foi protocolado dentro do prazo, mas a corte não aceitou esse argumento.
A decisão pelo afastamento de Juarez Leitão da prefeitura de Feijó será cumprida após a publicação do Acordão no Diário de Justiça Eletrônico e do julgamento de eventuais embargos de declaração.
Fonte: Ascom/TRE

Hildebrando no banco dos réus


Desde o dia 1º de setembro, a assessoria de comunicação Social do Tribunal de Justiça vem realizando o credenciamento da imprensa interessada na cobertura, assim como a inscrição da comunicada interessada em acompanhar dentro do plenário do Tribunal do Júri a sessão de julgamento do processo nº 001.99.010284-0, o Caso Baiano, também conhecido como “crime da motosserra”.
O julgamento segue confirmado para o próximo dia 21, quando serão submetidos a júri popular os réus Hildebrando Pascoal Nogueira Neto, Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Neto, Alex Fernandes Barros e Adão Libório de Albuquerque, acusados pelo homicídio de Agilson Santos Firmino, também conhecido como “Baiano”. Dos 180 lugares disponíveis no plenário, 64 serão destinados à imprensa e à comunidade (advogados, estudantes e interessados em geral). A imprensa será devidamente cadastrada para ter acesso ao local, sendo que a cada veículo de comunicação serão disponibilizadas duas credenciais. As vagas restantes serão sorteadas entre os demais interessados.
O prazo para solicitação de credenciamento e inscrições se encerra hoje. Amanhã acontece a audiência pública para sorteio das vagas, no próprio plenário do Tribunal do Júri (Rua Benjamin Constant, 1.165, Centro). Posteriormente, imprensa e comunidade deverão retirar suas credenciais entre os dias 17 e 18, no período das 9 às 18 horas, na sala da assessoria de comunicação social (Palácio da Justiça).
Desse modo, os interessados em ter acesso ao plenário - imprensa e comunidade - devem entrar em contato com a assessoria por meio do telefone (68) 3211-5289 (68) 3211-5289 ou pelo e-mail
' );
//-->\n
ascom@tjac.jus.br.
' );
//-->

Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
' );
//-->


Além disso, como forma de auxiliar o trabalho da imprensa que fará a cobertura do julgamento, a direção do Tribunal de Justiça informa que organizará nas dependências do Fórum uma sala de imprensa, equipada com computadores, impressoras e acesso a internet sem fio.

Cobertura jornalistica do julgamento
Por meio da portaria nº 8 (Diário da Justiça Eletrônico, fl. 55), editada em 20 de agosto deste ano, o juiz Leandro Gross regulamentou o trabalho de repórteres fotográficos e cinegrafistas durante as sessões do Tribunal do Júri de Rio Branco.
De acordo com o documento, não é permitido filmar ou fotografar o acusado e os jurados no interior do plenário, podendo os interessados efetuar imagens ou fotografias do lado externo de onde são realizadas as sessões.
O documento também prevê que qualquer pessoa e a imprensa têm pleno acesso ao plenário do Tribunal do Júri, sendo permitida a gravação de voz dos debates, depoimentos e sentença, bem como o acesso aos autos do processo para esclarecimento de dúvidas ou informações, salvo as restrições contidas em lei. Ainda de acordo com a portaria, sempre que houver julgamentos de grande repercussão pública, será reservado assento no plenário para a imprensa.
Ao justificar a medida, o juiz explicou que o objetivo é garantir os direitos dos agentes que viabilizam as sessões de julgamento. “Nossa intenção não é proibir ou prejudicar o trabalho de ninguém, mas de preservar o direito dos acusados, testemunhas e jurados”, disse.
Essas, portanto, são as orientações para a cobertura da imprensa durante as sessões de julgamento no Tribunal do Júri da capital, como a que acontecerá no dia 21 de setembro próximo.

O processo
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual, os réus Hildebrando Pascoal Nogueira Neto, Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Neto, Alex Fernandes Barros e Adão Libório de Albuquerque são acusados da sessão de tortura que redundou na morte do mecânico Agilson Santos Firmino, o “Baiano”, em 3 de julho de 1996.
O crime foi praticado mediante a provocação de intenso sofrimento físico à vítima. Ainda vivo, o mecânico teve os olhos perfurados, braços, pernas e pênis amputados com a utilização de uma motosserra, além de um prego cravado na testa, culminando os atos de tortura com vários disparos de arma de fogo supostamente desferidos por Hildebrando Pascoal contra a cabeça da vítima.
Também foram acusados de participar do homicídio Amaraldo Uchôa Pinheiro, Sete Bandeira Pascoal e Alípio Vicente Ferreira. Os dois primeiros tiveram seus processos desmembrados e no caso do terceiro, que morreu durante o trâmite da ação, o processo foi arquivado.
Para mais informações sobre o processo, confira a íntegra da denúncia apresentada pelo MP-AC sobre o caso, que repercutiu nacionalmente como o “crime da motossera”.
Em julho de 2008, o Juiz Élcio Sabo Mendes Júnior, então responsável pelo julgamento do processo n° 001.99.010284-0, deferiu o requerimento do Ministério Público Estadual quanto ao adiamento do júri, inicialmente agendado para o dia 14 de julho daquele ano.
Como dois dos réus - Hildebrando Pascoal e Pedro Pascoal - àquela época não possuíam advogados constituídos para atuar em suas defesas, e velando pela indivisibilidade do processo, o Ministério Público manifestou-se pela redesignação da sessão de julgamento, o que foi deferido pelo juiz. Já em janeiro de 2009, o mesmo juiz indeferiu o pedido da defesa do acusado Hildebrando Pascoal Nogueira Neto pelo desmembramento dos autos, o que proporcionaria o seu julgamento separado dos demais réus.
Na mesma decisão, contudo, o magistrado determinou o desmembramento dos autos com os processos nºs. 001.07.011947-4, 001.07.011946-6 e 001.03.006605-1 por julgar que a reunião deles foi uma das causas que acarretou demora inadmissível no julgamento do processo.
Além disso, Mendes Júnior considerou que a reunião processual, em vez de colaborar para a coleta eficaz da prova em plenário, prestará serviço contrário, gerando tumulto processual, dificuldade de análise dos depoimentos das inúmeras testemunhas, sem contar o incremento de complexidade probatória.
Os quatro processos foram reunidos no ano de 2008 a pedido do Ministério Público sob alegação de que se tratavam de crimes conexos, que tinham ligação entre si. Contudo, conforme a decisão do magistrado, o processo que julgará Hildebrando Pascoal e os demais réus diminuiu de vinte e sete volumes para apenas nove, devendo ser apreciado somente o crime de homicídio de Agilson dos Santos Firmino.
Ainda em janeiro deste ano, o desembargador Arquilau de Castro Melo, da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre, indeferiu a liminar do habeas-corpus impetrado pelo advogado Sanderson Moura para que Hildebrando Pascoal fosse julgado por causa do “crime da motosserra” em separado dos demais réus. No mês seguinte, dois dos três desembargadores da Câmara Criminal do TJAC decidiram contra o habeas-corpus impetrado pela defesa. Durante a sustentação oral, o advogado chegou a sugerir que a Câmara Criminal determinasse ao menos que a Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco assegurasse o mesmo tempo para defesa e acusação no dia do julgamento. Porém, os desembargadores desconsideraram o apelo. A defesa então recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que indeferiu o pedido.
O juiz Leandro Leri Gross assumiu a titularidade da Vara do Tribunal de Rio Branco (Entrância Especial) no dia 10 de agosto deste ano. O nome do magistrado, que deixou a Vara Cível da Comarca de Brasileia (2ª Entrância), foi escolhido durante sessão ordinária do Pleno Administrativo do Tribunal de Justiça realizada no dia 1º de julho, quando os desembargadores decidiram promovê-lo por unanimidade, segundo o critério de merecimento.
Desde então, Gross assumiu os processos em andamento na unidade, entre eles o julgamento do “crime da motosserra”.

Defesa e acusação
Em decisão publicada no Diário da Justiça Eletrônico (fls. 27 e 28) do dia 25 de agosto deste ano, o juiz Leandro Gross estabeleceu critérios de atuação para defesa e acusação no julgamento dos envolvidos no processo que apura a morte do mecânico Agilson Firmino dos Santos.
Pelos critérios estabelecidos, os advogados terão 1h30 para cada réu, totalizando 6 horas. Ao Ministério Público, que formulará a acusação, o magistrado concederá tempo igual. Em caso de réplica e tréplica, ficará o prazo individual de uma hora.
O juiz tomou a decisão atendendo ao princípio da “plenitude da defesa” do acusado Hildebrando Pascoal, sob responsabilidade do advogado Sanderson Moura. Por meio de petição, Moura alegava ser insuficiente o tempo destinado à defesa, a princípio, o de 1h30mim, vez que seriam apenas 37 minutos para cada réu.
O STJ já havia indeferido o habeas-corpus nº 131.571-AC, no qual constavam dois pedidos: separação do julgamento dos acusados, visando garantir o exercício da “plenitude da defesa”, e, não sendo acatado o pedido, concessão de ordem para disciplinar prazo individual para o exercício da defesa.
Por considerar que o fato possui repercussão local, nacional e internacional, sendo um peso social e jurídico para o Acre, o juiz afirma em sua decisão que o julgamento deve ser isento de qualquer dúvida sobre uma eventual absolvição ou condenação. Desse modo, ele avaliou que deve ser mantido o princípio da plenitude da defesa. “Esse fato precisa ser resolvido definitivamente, e certamente a concessão de prazo individual, de forma excepcional, tendo em vista a pluralidade de acusados e advogados, não deve ser um novo motivo para expor o Acre”, conclui o juiz sobre a distribuição do tempo na sessão de julgamento. (Assessoria de Comunicação Social do TJAC)

FPA na guilhotina


A Frente Popular do Acre pode perder nesta terça-feira, 15, dois prefeitos: Nilson Areal (PR), em Sena Madureira e Juarez Leitão (PT), em Feijó. Ambos estarão sendo julgados na sessão do Tribunal Regional Eleitoral do Acre sob a acusação de compra de votos. O caso de Areal está mais crítico porque em primeira votação o TRE cassou seu mandato por quatro votos a três. Hoje, estará sendo julgado o seu recurso. Caso perca novamente, deverá recorrer para Brasília, junto ao TSE, fora do cargo. Já Juarez, caso seja cassado, terá direito ao mesmo recurso que Nilson Areal está tendo antes de ser afastado. Nos dois casos, sendo condenados pelo TSE, haverá novas eleições em Feijó e Sena Madureira em torno de 90 dias, e das quais nem Nilson Areal e nem Juarez Leitão poderão participar. A situação atinge a FPA em dois importantes colégios eleitorais, que poderão acabar ficando com a oposição, caso seus candidatos, fortes em ambos municípios, vencerem a disputa.

TCE condena prestação de contas do ex-prefeito Deda



A Câmara Municipal de Rodrigues Alves, realizou sessão ordinária na última terça-feira (08), ocasião que o presidente da Mesa Diretora, vereador Darimar Rocha (PT), submeteu ao plenário da Casa para apreciação e votação a Prestação de Contas do ex-prefeito Deda, do ano de 2003, reprovada por unanimidade pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), por motivo de irregularidades insanáveis que deram prejuízos aos cofres do município.
Depois de receber a documentação do TCE o presidente da Câmara expediu cópia do parecer do Tribunal de Contas a cada vereador, para conhecimento das irregularidades que levaram o TCE a reprovar a prestação de contas.
Em seguida, o presidente remeteu a prestação de contas a uma comissão formada pelos vereadores Jailson, Agamedes e Evanildo, que avaliaram o relatório e decidiram acatar a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), pela gravidade das irregularidades. O próximo passo foi submeter a prestação de contas ao plenário, onde os vereadores apreciariam para confirmar a decisão do TCE ou aprovar a mesma, o que inocentaria o ex-prefeito.
Na primeira sessão que o relatório foi apresentado os vereadores do Partido Progressista (PP) Antonia de Matos, Noé, Antonio Ramos e Francisco Adson abandonaram o plenário, prejudicando o quórum necessário e impedindo à votação do relatório do TCE.
Na última terça-feira (08), o quórum para a sessão foi garantido pela presença de cinco vereadores - o presidente, Darimar Rocha (PT), o vice-presidente, Agamedes, o primeiro-secretário, Jailson e os vereadores Evanildo e Demétrio (PMDB) e o relatório foi apreciado e votado. Em votação secreta, mantiveram a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) reprovando a prestação de contas do ex-prefeito Deda. Os vereadores do partido do ex-prefeito novamente não compareceram a sessão.
Darimar Rocha lembrou que o vereador é eleito para fiscalizar o Executivo, zelar pela aplicação dos recursos, pela ética e probidade administrativa e por essa razão a decisão da maioria dos vereadores foi confirmar a decisão do Tribunal de Contas.
Segundo Darimar Rocha o resultado da votação não poderia ser diferente, pois a Câmara Municipal é quem julga as contas do prefeito que foi reprovada pelo TCE por diversas irregularidades, citando como exemplo, o desvio de dinheiro do Fundef para outras finalidades. Darimar garante que a decisão de acatar o relatório do TCE não caracteriza perseguição política para inviabilizar o projeto político do ex-prefeito Deda, mas é uma questão de justiça e zelo pela probidade administrativa.
" Fizemos o que tinha que ser feito para que se fizesse justiça, zelar pela probidade administrativa, moralizar e exigir que os gestores trabalhem com ética na política. É necessário moralizar o poder público que encontra-se desmoralizado", ressaltou.
A emissão de dezenas de cheques sem fundo pela Prefeitura de Rodrigues Alves, na administração anterior do ex-prefeito Deda, foi um dos últimos desmandos cometidos no município. Muitos cheques da prefeitura foram emitidos para pagar fornecedores sem a provisão de fundos e ainda não foram pagos. " Esta é uma situação deprimente, o prefeito feriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, precisa sofrer as sanções previstas em lei e ser punido exemplarmente", finalizou
Vereadores do PP não compareceram a sessão
Apesar de terem sido eleitos para fiscalizar os atos do Executivo, garantindo a probidade administrativa, os vereadores do Partido Progressista (PP) Antonia de Matos, Noé, Antonio Ramos e Francisco Adson não compareceram a sessão para não votar contra o relatório do Tribunal de Contas do Estado. Eles queriam inocentar o ex-prefeito Deda, mesmo estando cientes que as irregularidades causaram prejuízos ao município de Rodrigues Alves.
Segundo Darimar os vereadores do partido do ex-prefeito não compareceram a sessão porque sabiam que o relatório do Tribunal de Contas (TCE) seria aprovado e caso votassem contra teriam que se justificar para o órgão fiscalizador.

CORRIDA SÃO JOSÉ II CIRCUITO CHICO MENDES DE CORRIDA DE RUA







































RELAÇÃO GERAL DE CHEGADA
10 km

PREMIAÇÃO

ORDEM ATLETA TEMPO

MASCULINO

1. JOANIR PEREIRA DE ARAÚJO 30’22”
2. MANOEL LOPES DE SOUZA 31’40”
3. OSVALDO DE SOUZA MAIA 32’17”
4. FRANCISCO ALVES DOS SANTOS 34’33”
5. FRANCISCO DANTAS ARAÚJO 34’34”


FEMININO

1. KAREN DA PAIXÃO PEREIRA 55’30”


FAIXA ETÁRIA DE 16-19 ANOS

1. GEOVANE DE SOUZA
2. FRANCISCO DAS CHAGAS DA SILVA CAVALCANTE
3. FRANCISCO ECIONILDO ALVES FERREIRA

FAIXA ETÁRIA DE 20-25 ANOS

1. JOSÉ AUGUSTO DE O. LIMA
2. ANTONIO DE SOUZA LIMA
3. EUCLÉSIO MIRANDA MONTEIRO

FAIXA ETÁRIA DE 26-30 ANOS

1. AURICÉLIO DE SOUZA VIANA
2. FRANCINEI DANTAS DE ARAÚJO

FAIXA ETÁRIA DE 31-35 ANOS

1. JOSÉ RICARDO PINTO DE SOUZA

FAIXA ETÁRIA DE 36-40 ANOS
1. JOSÉ MONTEIRO LIMA

Americana é presa acusada de fumar maconha com o filho


A norte-americana Lori Johnson, de 37 anos, foi presa pela polícia na última quarta-feira (9) em Salem, no estado do Oregon (EUA), acusada de fumar maconha com seu filho de 13 anos, segundo reportagem da emissora de TV "Fox 12".Os agentes também prenderam Desiree Winings, de 27 anos, colega de Lori. De acordo com o relatório policial, as duas mulheres usaram a droga com o adolescente dentro de casa. Elas foram acusadas de posse de maconha e negligência infantil.
Jenifer Johnson, que mora no mesmo condomínio, disse que ficou chocada ao saber que a vizinha fumava maconha com o próprio filho. "Essa é a pior coisa do mundo que alguém pode fazer", afirmou ela.